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MÉXICO
• 9/11/2002
A PGJE tortura e viola direitos humanos.
Em contra da PGJE a CEDH registou mil 124 queijas de todas as suas visitadurias, o qual originou que esta dependência receber mais de 25 recomendaçons e denúncias em contra da Procuraduria, salientam 34 polo delito de tortura. Herrám, torturador As acusasons a autoridades da PGJE por tortura alcançarom inclusive a Mariano Herrám Salvatti, titular da dependência, já que possui umha denúncia na Procuraduría General de la República por este delito, em agrávio de dous integrantes do "Ejército Revolucionario del Pueblo Insurgente" (ERPI). O anterior valeu-lhe ao exdirector da Fiscalia Especial para la Atencion de Delitos contra la Salud e actual procurador, umha recomendaçom ao goberno mexicano por parte de Amnistía Intrernacional (AI) em Setembro do 2001 para investigar sobre a denuncia de tortura interposta por Jacobo Silva Nogales alcumado "comandante António" e Gloria Arenas Agis alcumada "coronel Aurora", lideranzas do ERPI e exfundadoras do Ejercito Popular Revolucionario, na sua detençom efectuada em 1999 numha casa de segurança em Chimpalcingo. Nesta casa, Herrán Salvatti coa ajuda de policias judiciais adicouse a realizar o seu "labor". Sobre este tema, o grupo de trábalho de detençoms arbitrarias da ONU, emitiu a opiniom nº 37/2000 onde determina que as detençoms da guerrilheira e do guerrilheiro citados foi totalmente arbitraria com elementos de tortura que sinalam como responsável ao procurador chiapaneco. Testemunhas duvidosas. O 17 de Julho do 2001, Clara Luz Gordillo Vazquez presentou-se perante o notario público nº 16 a comparecer sobre diversas ameazas feitas ao seu filho, de nome José Manuel Albores Gordillo a fim de que iste servira como testemunha para identificar a presuntos delincuentes, que matarom a 8 pessoas no povoado de Multajiltik, o pasado 19 de Abril de 2001 em Venustiano Carranza. A nai de Jose Manuel, quem é xordo-mudo e padece atraso mental, expuso que o passado 4 de julho do mesmo ano em questiom, apresentou-se Alfonso Ocampo Gordillo, judicial do Estado, para solicitar-lhe a José Manuel que sinalara aos autores do múltiplo assassinato em Multajiltik, apesar de nom ter estado nunca no lugar dos factos, devido às suas incapacidades físicas. A nai do xordo-mudo, acudiu a dar fe notarial, polo temor de que seu filho fora trasladado à força para servir como suposta testemunha. Ainda assi, o 27 de Julho, o Procurador do estado apresentou aos irmaos Mario, Enrique e Alberto Coutiño Morales como presuntos responsáveis dos delitos de homicídio, lesons e associaçom delituosa em contra de 12 pessoas no prédio de Multajiltik. Na conferência de prensa oferecida o mesmo 27 de Julho, Herrám Salvatti sinalou a José Manuel Albores Gordillo como testemunha presencial dos factos, recalcando que a declaraçom deste, realizou-se co apoio dum perito de alto prestígio na matéria da Procuraduria do Distrito Federal, "quem fijo umha evaluaçom técnica do grau de mudez e xordez da testemunha. Esta declaraçom foi decisiva para encadear por multi-homicídio aos irmaos Coutiño Morales, integrantes do "Comité de Campesinos Pobres". O 4 de abril deste ano, o Centro de derechos Humanos "Fray Bartolomé de las Casas", ubicado no município de San Cristóbal notificou sobre a tortura que sofrerom Vicente López Pérez de 53 años originário do Ejido Constitucion na localidade de Simojovel. De acordo aos dados proporcionados polos torturados, López Pérez e os seus filhos Vicente e Mariano, fôrom detidos na comunidade Los Chorros, um dia depois da detençom de seu pai para serem trasladados ao Ejido Constituçom onde fôrom acusados de roubo e homicídio. Estando nas dependências da polícia municipal de Simojovel, som trasladados por separado a umha"casa branca" por duas pessoas vestidas de civil, ambos os sujeitos identificados plenamente polas vítimas como policias judiciais. Nessa casa aos três fôrom-lhes vendados os olhos e introduzidos em diferentes quartos, onde fòrom golpeados no abdomem, rostro e costelas, amais fòrom sumergidos em agua de xabrom, até provocar-lhes a asfixia, a intençom era que as víctimas se declarassem culpáveis das imputaçoms de roubo e homicídio. Apesar de que Vicente López denunciou os factos diante o Ministerio Público, sobre a tortura que sofreu a maos de elementos da AEI destacamentados em Simojovel, a autoridade passou por alto esta denûncia. La PGJE foi a autoridade a quem mais se lhe solicitou iniciar procedimentos em contra dos seus funcionários públicos, pola sua guia na impartiçom de justiça, onde se apresentam sinais de prácticas inumanas para inculpar a inocentes de acordo à informaçom, proporcionada por diversos organismos defensores dos direitos humanos Patricia de los Santos Fonte: La Jornada, México. http://www.jornada.unam.mx/ |